fazendo a minha mandala lunar

Oiê, como estão as coisas por aí? Ficamos pensando qual tema seria legal e útil para trazermos nesses novos tempos, que são desafiadores e que nos incentivam a pensar cada vez mais em como nos cuidar. Então decidimos trazer um assunto que amamos, a mandala lunar, porque é uma forma de nos conectarmos com nossos corpos. Você já conhece? Hoje vamos ensinar como fazer uma super simples, que tenha a sua cara, suas vontades e personalidade.  

Mandala lunar é uma espécie de diário criado pelas mulheres com o objetivo de aumentar nossa conexão com o corpo, a terra e nossos ciclos naturais, especialmente o menstrual. Ela é uma maneira simples de observar conscientemente as mudanças que ocorrem durante o ciclo menstrual, tendo como base as 4 fases da lua, e assim entender a possível influência destas energias em alguns aspectos da vida. A mandala lunar é uma ferramenta muito poderosa de autoconhecimento.

De forma básica, consiste em anotar o que acontece com você durante seu ciclo menstrual e, com o tempo, acompanhar o que escreveu para encontrar padrões de sentimentos, pensamentos, sensações, ações e comportamentos. Nós amamos a mandala porque envolve um ato de escrever,registrar nossos dias e coisas importantes que passamos, e também porque conseguimos relacionar com o nosso ciclo menstrual, aprendendo a aproveitar a melhor parte de cada fase.

Muitas vezes, esquecemos que somos cíclicas, que nosso ciclo menstrual, os hormônios e cada fase influenciam diretamente a nossa vida e a mandala vem como um lembrete prático. Comparando todos os meses/ciclos, você já consegue se entender melhor e até aquela sensação de que a gente muda de uma hora pra outra sem motivos some, porque as coisas passam a fazer mais sentido e assim recebemos todas as fases do nosso ciclo com mais compreensão e aproveitamento.

Cada mandala que desenhamos, corresponde ao retrato de registros internos (sentimentos, sensações, vontades) e externos (as fases da lua e do ciclo menstrual). Bom, então agora já sabemos porque ela vai ter 3 circunferências! Vamos lá ao nosso passo a passo?

Materiais:
- um caderninho em branco, de preferência do tamanho médio ou grande, para que você possa registrar mais detalhes.
- uma caixa de lápis de cor ou canetinhas coloridas é importante para você separar as diferentes fases ou registrar sentimentos específicos, por exemplo, tristeza: azul.
- uma caneta, para desenhar a mandala e escrever suas sensações.

Passo 1: desenhando as circunferências

Desenhe três circunferências, uma dentro da outra, deixando o máximo de espaço entre elas. Agora divida essas circunferências por linhas que partem do centro para fora, a quantidade de linhas depende de quantos dias tem seu ciclo, o que precisamos é ter o espaço para escrever todos os dias.

Passo 2: a circunferência maior, a externa

Nos espaços da circunferência externa, escreva os números correspondentes à duração do seu ciclo menstrual. Por exemplo, se o ciclo for de 28 dias, escreva de 1 até 28, se for de 31, escreva de 1 até 31, e assim por diante. Ah, e se o seu ciclo não for regular, deixe uns espaços extras.

Passo 3: a circunferência do meio

Aqui vamos colocar os números do calendário normal que usamos, por exemplo, se o primeiro dia de menstruação deu no dia 4 de abril, você escreve 4 de abril embaixo do dia 1 que escrevemos anteriormente.

Passo 4: a circunferência menor, a interna

Aqui você vai registrar as fases da lua. Então primeiro registramos os dias do ciclo menstrual, depois os dias do calendário tradicional, e agora vamos colocar em qual fase a lua estava naquele momento.

Passo 5: o espaço externo da mandala

Finalmente chegamos nos últimos espaços, onde você vai registrar de forma breve o que sentiu naquele dia, das sensações físicas e emocionais às sensações mentais e sociais. Você deve anotar: qual seu nível de energia, como estava seu humor, qual sua vontade de socializar com outras pessoas, nível de cansaço, de libido, tipos de sonhos e qualquer coisa que ache relevante.

Prontinho! Ao completar seu primeiro ciclo registrado na mandala lunar, você vai ficar surpresa com quantas “coincidências” podem existir quando você compara os aspectos do ciclo, lunares com seus processos internos. E uma coisa muito comum é descobrir padrões em cada fase, por exemplo: na TPM, na menstruação e no período fértil. Esse é um tipo de diário ancestral que nos permite respeitar nossa própria natureza cíclica e deixar de lado o pensamento racional linear, que muitas vezes pensamos ser o único certo.

No começo pode parecer difícil, mas, aos poucos, é quase uma forma de diário e terapia, tudo registrado ali. E a gente vai aprendendo a abraçar e acolher nossos ciclos,emoções e reações físicas cada vez melhor e, assim, viver uma vida muito mais equilibrada, feliz e ligada ao nosso sagrado feminino.

Vamos experimentar? Esse momento pede conexão com nosso eu interior, assim nos fortalecemos e seguimos em frente, cada vez mais conscientes de toda nossa força e potencial de renovação.


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